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Praça Mauá / Zona Portuária (8 fotos)

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Ao fundo, Cristo Redentor
Alexandre Macieira / RioturENVIE SUAS FOTOS
Ao fundo, Cristo Redentor
  1. Ao fundo, Cristo Redentor
  2. Painel do artista Kobra, na Zona Portuária
  3. Obra do maior grafiteiro do Mundo ( Kobra )
  4. Armazéns no entorno do Cais do Valongo foram recuperados
  5. Escavações em 2011 descobriram várias peças do Cais do Valongo
  6. Largo do Depósito faz parte do roteiro do Cais do Valongo
  7. Pedra do Sal faz parte do roteiro do Cais do Valongo
  8. Jardim Suspenso faz parte do roteiro do Cais do Valongo
  9. Nova Praça Mauá

Praça Mauá / Zona Portuária

Por Editoria Férias Brasil

Quem deseja conhecer melhor a Zona Portuária da cidade, que desde 2013 passa por um processo de revitalização, pode planejar um tour que começa a bordo do VLT. A dica é saltar da Parada dos Museus, na remodelada Praça Mauá, onde estão o Museu do Amanhã (inaugurado em 2015) e o Museu de Arte do Rio – MAR (2013). Na estaçao Utopia, a atração é o AquaRio, inaugurado em 2016.

Por lá está ainda o belo painel do artista plástico Eduardo Kobra, que entrou para o Guinness Book, o Livro dos Recordes, como o maior mural de grafite do mundo. Sensação nas Olimpíadas Rio 2016, a pintura ocupa uma área a 2.600 metros quadrados e é inspirada nos cinco aros olímpicos. Chamado de Mural Etnias, o imenso painel colorido traz rostos que representam a união dos povos. O painel fica em frente à estação Parada dos Navios, do VLT.

No entorno da praça fica o Boulevard Olímpico, ponto de partida para um agradável passeio a pé, de bike ou de trikke, pela pela Orla Conde, inaugurada em 2016. A nova orla leva à Praça XV e, no caminho de cerca de 3km, surgem atrações e cartões-postais como Jardins do Valongo, Igreja da Candelária, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Casa França-Brasil, Centro Cultural dos Correios, Ilha Fiscal...

Também nos arredores fica o Cais do Valongo, um sítio histórico que em 2017 conquistou o título de Patrimônio Mundial Cultural. O espaço foi o principal porto de entrada de escravos nas Américas - aproximadamente dois milhões desembarcaram ali entre 1811 e 1843. Descoberto em 2011, durante as obras de revitalização da Zona Portuária, é considerado um dos mais importantes testemunhos da diáspora africana localizados fora da África. 

No caso do Valongo, o sítio é composto por vestígios do calçamento de pedras, construído a partir de 1811, para o desembarque dos africanos escravizados trazidos para trabalhar no Brasil. Também há um porto de pedra construído para receber a princesa Tereza Cristina de Bourbon, mulher do Imperador Dom Pedro II, em 1843.

O Cais do Valongo faz parte do Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, que engloba ainda com a Pedra do Sal, o Jardim do Valongo, o Largo do Depósito (onde os escravos eram comercializados) e o Instituto Pretos Novos. Uma maneira bacana de conhecer a região, também batizada de Pequena África, é participando de um free walking. Mensalmente, nos fins de semana, acontece o tour Raízes Africanas, feito a pé, guiado e organizado pelo projeto Revelando o Brasil. 

Não é preciso fazer inscrição, basta aparecer no ponto de encontro divulgado, em geral, no facebook. No roteiro, que começa no Largo de Santa Rita, há passagens pelo Largo de São Francisco da Prainha, Pedra do Sal, Cais do Valongo, Jardim Suspenso do Valongo e Instituto Pretos Novos. Há saídas pela manhã (9h) e tarde (13h30). Por ser um “free walking” - passeio à pé -  não há cobrança estipulada de valores. No final do passeio, cada participante faz sua contribuição voluntária para o projeto. Você decide quanto pagar. 
Tel: (21) 9-8683-3611




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