![]() |
||||||||||||
|
|
|
||||||
A história de Noronha está concentrada na Vila dos Remédios – primeiro núcleo urbano da ilha e mais importante até os dias de hoje. Por lá estão a igrejinha e a fortaleza que dão nome à vila. O arquipélago abriga dez fortes construídos pelos portugueses no século XVIII, mas apenas a Fortaleza de Nossa Senhora dos Remédios teve suas ruínas tombadas pelo Iphan – é a única em condições de ser visitada.
Vila cresceu ao redor da antiga igrejinha - Foto: Renata Victor
PUBLIQUE SUAS FOTOS
As construções histórias preservadas da Vila dos Remédios fazem o principal núcleo urbano da ilha parecer um cenário. O centrinho cresceu nos arredores da igreja de Nossa Senhora dos Remédios, construída em 1772 pelos portugueses e tombada pelo Iphan. A vila abriga ainda a sede da administração da ilha – o Palácio de São Miguel -; as ruínas tombadas da Fortaleza de Nossa Senhora dos Remédios, erguida pelos portugueses no século XVIII; e o Memorial Noronhense, com reproduções de fotos antigas e textos que narram a história da ilha.
Forte descortina belas paisagens da ilha - Foto: Renata Victor
PUBLIQUE SUAS FOTOS
Foi a maior fortificação implantada pelos portugueses no século XVIII. Erguida sobre um primitivo reduto holandês, funcionou como presídio comum e político na década de 30 até 1942. Durante a Segunda Guerra, serviu de abrigo para soldados americanos. Tombada pelo Iphan, a fortaleza teve suas ruínas preservadas e é aberta à visitação.
Não há registros do ano exato em que foi erguido. Hoje, suas ruínas servem de mirante para apreciar a praia do Boldró e também o pôr-do-sol.
A sede da administração de Noronha foi construída em 1948. O casarão em estilo colonial possui móveis de meados do século, telas do pintor pernambucano Wash Rodrigues e um vitral com a imagem do arcanjo São Miguel, em tamanho natural, feito pela vitralista Aurora Lima, discípula do artista alemão Henri Moser.
|
|
|
|
||