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Casario abriga bares, lojas e espaços culturais
Foto: Secretaria de Turismo do Maranhão
Grande parte do acervo cultural de São Luís está reunida no Centro Histórico, tombado pela Unesco e que ocupa quase todo o bairro de Praia Grande. O casario colonial - cerca de três mil construções - predomina na paisagem, conduzindo a uma viagem ao século XVIII, quando os portugueses tomaram a cidade dos franceses. Para circular por ali, reserve uma tarde e caminhe sem pressa, observando os detalhes das fachadas dos sobrados restaurados que se espalham por ruas de pedra, becos, ladeiras, praças e largos. Ao anoitecer, observe o charme das luminárias de época.

Os famosos azulejos portugueses - há também exemplares franceses, belgas e alemãs -  que decoram os prédios do Centro Histórico não se limitam às funções estéticas. Aplicados na fachada das residências no século XIX, foram fundamentais para a adaptação dos portugueses ao clima equatorial - ao refletirem a luz do sol, amenizavam o forte calor da região.


Museus

Casa do Maranhão

 
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Enviada por Nane
O museu folclórico funciona no antigo Prédio da Alfândega, datado de 1873. As visitas guiadas apresentam todo o acervo, formado por vestimentas e instrumentos musicais usados nas festas do Bumba-Meu-Boi. Para saber mais sobre o Centro Histórico e a cultura maranhense, siga para a sala de vídeo.  

Casa de Nhozinho

 
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O museu está instalado em um dos mais imponentes prédios coloniais do Centro Histórico, com quatro andares e fachada recoberta de azulejos. O nome do espaço é uma homenagem ao artesão maranhense que, ao longo da vida, confeccionou brinquedos e figuras do folclore em buriti. No acervo da casa estão inúmeras obras de Nhozinho, com destaque para as delicadas miniaturas de personagens do Bumba-Meu-Boi. Também estão expostos objetos e artefatos do cotidiano regional, como pilões, carro de boi, utensílios de pesca e artesanato indígena. Aproveite as visitas guiadas para conhecer em detalhes...

Museu Histórico e Artístico do Maranhão

 
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O preservado Solar Gomes de Sousa, erguido em 1836, foi transformado em museu em 1973. Os objetos em exposição - mobiliário, porcelanas, vidros e cristais - reconstituem os ambientes das ricas residências maranhenses dos séculos XIX e XX. Antes de entrar para uma visita guiada, aprecie a fachada, um belíssimo exemplar da arquitetura colonial portuguesa.

Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho

 
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Também conhecida como Casa de Festa, o casarão do século XIX reúne material referente a ritos e folguedos. A exposição é composta por vestimentas, adereços e objetos usados em festas populares, como Tambor de Mina, Festa do Divino, Tambor-de-Crioula, Carnaval e autos de Natal. Há visitas guiadas.

Centro Histórico Solar dos Vasconcelos

 
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O sobrado abriga exposição de fotos e de objetos que mostram as transformações pelas quais passou o Centro Histórico. Apresenta ainda uma coleção de maquetes e miniaturas de embarcações típicas usadas pelos maranhenses.

Museu de Arte Sacra

 
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O sobrado do século XIX, também conhecido como Solar do Barão de Grajaú, tem a fachada revestida de azulejos portugueses. Nos dois pavimentos do casarão estão guardadas imagens sacras do século XIX dos mais variados estilos - maneirista, barroco, rococó e neoclássico.Há visitas guiadas.  

Museu de Artes Visuais

 
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Espaço cultural tem fachada coberta por azulejos. Foto: Secretaria de Turismo do Maranhão
O destaque da exposição são os estilos variados dos azulejos portugueses, ingleses, franceses e alemães dos séculos XVIII a XX. Também há coleções de pinturas de artistas brasileiros e de arte sacra do século XVII. Um mirante no terceiro andar descortina bonita vista do Centro Histórico, da baía de São Marcos e do Mercado Praia Grande. Há visitas guiadas.

Cafua das Mercês

 
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Sede do Museu do Negro, o pequeno sobrado colonial do século XIX funcionava como mercado de escravos. O acervo reúne objetos de tribos africanas, como instrumentos, musicais e indumentárias usadas em rituais festivos e religiosos.

Fundação José Sarney

 
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O espaço cultural ocupa o antigo Convento das Mercês, abrigando o Memorial José Sarney, com objetos relacionados ao ex-presidente; e também o Museu da Memória Republicana. Em julho, é palco do Vale Festejar, um São João fora de época.

Construções históricas

Palácio dos Leões

 
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Quando foi erguida pelos franceses, em 1612, a construção foi batizada de Fortaleza de São Luís. Tomada pelos portugueses, foi transformada em um palácio neoclássico com salões que exibem mobiliário, obras-de-arte, gravuras e quadros dos séculos XVIII e XIX.

Teatro Arthur Azevedo

 
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O segundo teatro mais antigo do Brasil foi inaugurado em 1817. A bela obra em estilo neoclássico ficou abandonada por cerca de 30 anos - de meados de 1960 a 1991 - sendo restaurada em 2005. Desde 2006, a casa é aberta ao público para visitas guiadas e espetáculos.

Casa das Tulhas

 
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A construção de 1820 e fachada colonial abriga o Mercado Praia Grande, repleto de delícias típicas - castanha de caju e doces, além de cachaça de mandioca e farinha.

Beco Catarina Mina

 
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A escadaria de 35 largos degraus em pedras de lioz, datada do século XVIII, ganhou o nome em homenagem a uma bela escrava que, a partir do trabalho árduo e "favores" prestados aos coronéis portugueses, comprou a própria alforria.

Fonte do Ribeirão

 
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A mais bem conservada fonte de São Luis foi inaugurada em 1796. Traz cinco jorros de água que saem da boca de carrancas e de esculturas de peixes e deuses.

Igrejas

Matriz da Sé

 
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A igreja erguida pelos jesuítas em 1699 passou por uma série de reformas desde a inauguração. Em 1922, a fachada ganhou detalhes neoclássicos, enquanto nos anos 50 o teto da nave foi incrementado com pinturas. O altar-mor, porém, foi preservado, com rebuscadas talhas douradas barrocas do século XIX.

Igreja do Carmo

 
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Beleza e história se misturam na Igreja do Carmo, erguida em 1627. Em 1643 a construção foi transformada em fortaleza pelos combatentes que expulsaram os invasores holandeses. Já em 1866 teve a fachada revestida por belíssimos azulejos portugueses, preservados até hoje.

Igreja do Desterro

 
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Acredita-se que a igreja, inaugurada em 1893, tenha sido erguida no mesmo local onde os colonizadores construíram a primeira capela da região, destruída durante a invasão holandesa.


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