A terra natal de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro, gira em torno do filho ilustre. O movimento na cidadezinha, que já era grande, só fez aumentar depois da canonização em 2007. As visitas à casa onde o religioso nasceu em 1739 e viveu até os 21 anos chegam a dez mil por mês. A residência simples, de apenas dois cômodos, foi reconstruída em 1989, mantendo a arquitetura e o piso de pedra original. Uma exposição de quadros conta as passagens da história e dos milagres do santo e divide a atenção com os objetos pessoais.
Já o Museu Frei Galvão reúne atrações variadas - arte sacra, artesanato regional, documentos e objetos históricos, além de pinturas e esculturas relacionadas ao beato. Na Catedral de Santo Antônio, erguida em 1630, os fiéis chegam não somente para apreciar a bela construção barroca ou o imponente órgão de 800 tubos, mas também para conhecer a igreja onde o padre foi batizado (1739) e rezou a primeira missa, em 1762.