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Torres de igrejas contornam toda a paisagem
Foto: Neno Vianna/BARROCOPRESS
Impossível não viajar no tempo e na história no sobe-e-desce das ladeiras de Ouro Preto. Entre um atrativo e outro, tudo remete ao período colonial - são igrejas que exibem a genialidade de Aleijadinho; minas de ouro exploradas com o suor dos escravos; museus que contam a saga dos inconfidentes... O pano de fundo não poderia ser mais expressivo: as montanhas típicas das Gerais. 

Apreciar as obras-de-arte barrocas

 
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Foto: Neno Vianna/BARROCOPRESS
Por toda a cidade estão espalhadas igrejas e museus que exibem a riqueza do estilo barroco brasileiro. Entre os principais exemplares, destacam-se as igrejas de São Francisco de Assis e a Matriz de Nossa Senhora do Pilar. A primeira é considerada a obra-prima de Aleijadinho; e a segunda, a mais rica de Minas Gerais, com altares e ornamentos em ouro. Imperdíveis também são os museus do Oratório, único do gênero no mundo; e o de Arte Sacra, com ricas imagens e objetos religiosos do século XVIII.

Comprar artesanato em pedra-sabão

 
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O souvenir típico de Ouro Preto - artesanato em pedra-sabão - é encontrado nas principais feiras da cidade: do Largo de Coimbra e da Associação dos Artesãos de Ouro Preto (Avenida Padre Rolim), que funcionam todos os dias.

Visitar Mariana e Congonhas

 
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As vizinhas de Ouro Preto também guardam belas relíquias do barroco brasileiro. Enquanto Mariana exibe casario colonial preservado, além de minas de ouro abertas à visitação; Congonhas abriga uma das mais perfeitas obras de Aleijadinho - os 12 profetas, esculpidos em pedra-sabão.

Parque Estadual do Itacolomi

 
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Com 75 quilômetros quadrados, o parque oferece trilhas para caminhadas leves acompanhadas por monitores e também expedições que chegam a 40 quilômetros, com belas paisagens descortinadas do alto do Pico do Itacolomi, a 1.700 metros de altitude. A reserva abriga ainda mirantes naturais, construções históricas - como a Casa do Bandeirista, erguida no início do século XVIII -, e o Museu do Chá, com máquinas alemãs da década de 20. A melhor época para explorar o parque é durante a seca, que vai de abril a setembro. As temperaturas, entretanto, ficam próximas do zero grau...

Passeio de maria-fumaça

 
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A locomotiva de 1949 tem interior de madeira e desenho semelhante às composições do início do século XX. A viagem até Mariana é curta - são apenas 18 quilômetros percorridos em menos de uma hora - mas a sensação de viajar no tempo é garantida. No cenário, paisagens típicas de Minas Gerais, formadas por cachoeiras e montanhas. O passeio acontece nos finais de semana e feriados.

Mina do Chico Rei

 
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A mina foi uma das maiores do estado e pertenceu à Chico Rei, figura mítica que veio aprisionado da África, juntamente com sua tribo. Reza a lenda que Chico trabalhou duro para comprar a sua liberdade, a de seus súditos e a própria mina, tornando-se uma das pessoas mais respeitadas na antiga Vila Rica. O local, que tem 1.500 metros de extensão, foi desativado em 1888 e a visita guiada percorre somente em alguns túneis.


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