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O que ver e fazer em Diamantina

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Paisagem colonial encanta moradores e turistas
Foto: Marcelo Terraza
Cultura, história e natureza permeiam as atividades em Diamantina, que consistem em bater perna no Centro Histórico - onde estão o casario colonial, as igrejas e os museus - e curtir as cachoeiras nos arredores da cidade. Concorrido e imperdível é a Vesperata, um concerto ao ar livre que acontece nas noites de sábado - duas vezes por mês, em média - entre os meses de março e outubro.

Joalheria Pádua

 
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A joalheria, que funciona no mesmo endereço desde 1888, tem como carro-chefe os brincos e colares de coco com incrustações em ouro.

Centro Histórico (4 fotos)

 
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Casario colonial espalha-se por toda a Rua da Quitanda . Foto: Prefeitura de Diamantina
As construções históricas do século XVIII enchem de charme o centro de Diamantina. São belas igrejas, sobrados e casarões suntuosos que remetem ao período colonial, quando a vida no arraial girava em torno da extração de pedras preciosas. Destaque para as casas do Muxarabiê - com influência arquitetônica árabe -; da Glória, com passadiço aéreo; e de Chica da Silva. Também merecem visita o Museu do Diamante, a igreja de Nossa Senhora do Carmo, a Casa de Juscelino Kubitschek e o Mercado Municipal.

Cooperativa Artesanal Regional de Diamantina

 
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Os belos tapetes arraiolos, vendidos pelo metro quadrado, são famosos na região.

Relíquias do Vale

 
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Os destaques são as figuras de barro inspiradas em cenas do cotidiano. A loja oferece também grande variedade em vasos, travessas e moringas.

Vesperata (2 fotos)

 
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Evento movimenta as noites de sábado no Centro Histórico. Foto: Foto Studio Yamacolor
Os concertos, promovidos pelas bandas da cidade, acontecem dois sábados por mês, em média. Quando a noite cai, músicos se apresentam nas sacadas dos casarões coloniais da rua da Quitanda, enquanto moradores e turistas dividem espaço nas mesas, cadeiras e escadarias ao ar livre. No eclético repertório, todos os estilos têm vez - sonatas, boleros, sambas, marchas e até MPB. O evento é suspenso entre os meses de novembro e fevereiro em função das chuvas.

Cachoeiras

 
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Águas são geladas, mas merecem um mergulho. Foto: Sérgio Fernandes
Entre as cachoeiras mais bonitas de Diamantina estão Sentinela, das Fadas, dos Cristais, da Toca e Três Quedas - esta última, com 70 metros de altura. As cascatas formam piscinas e poços de águas cristalinas, perfeitos para banhos. Nos arredores do povoado de Milho Verde também há belas quedas, como a do Piolho (40 metros) e a do Moinho (20 metros).

Ponto dos Cristais

 
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Especializada nas matérias-primas de Diamantina - pedras semipreciosas e cristais de rocha - tem produtos a bons preços.

Biribiri (1 dica, 3 fotos)

 
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Igreja local. Uma bela construção.
Enviada por Jcarlos
A bucólica vila de ruas de terra, a 13 quilômetros de Diamantina, foi erguida em fins do século XIX em função da Companhia Industrial de Estamparia. Hoje, as instalações da fábrica funcionam como hidroelétrica e dividem a atenção com as belas cachoeiras escondidas nos arredores.

Feira de Produtores Rurais e Artesanato

 
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A feirinha acontece nos finais de semana, no Mercado Municipal. A variedade de produtos é grande - cachaças, queijos e mel, além de trabalhos em cerâmica, palha, bordados e quartzo. Ponto de encontro dos diamantinenses, o espaço fica concorrido nas manhãs de sábado.

Garimpar

 
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O passeio feito somente com guia leva a um garimpo às margens do rio Guinda, onde a prática é artesanal, nos moldes do século XVIII. O ponto alto do tour é a "peneirada", quando os visitantes tentam a sorte mergulhando a peneira nos sedimentos do rio.