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Casario colonial espalha-se por toda a Rua da Quitanda
Foto: Prefeitura de Diamantina
As construções históricas do século XVIII enchem de charme o centro de Diamantina. São belas igrejas, sobrados e casarões suntuosos que remetem ao período colonial, quando a vida no arraial girava em torno da extração de pedras preciosas.

Casa da Glória

 
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Casa da Glória é o cartão-postal da cidade. Foto: Prefeitura de Diamantina
Um dos cartões-postais de Diamantina, a construção do século XVIII traz dois sobrados interligados por um passadiço sobre a rua. Sede do Centro de Geologia da UFMG, o espaço é aberto à visitação e apresenta mapas geológicos, fotografias, quartzos e diamantes.

Casa de Juscelino Kubitschek

 
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A residência simples do ex-presidente abriga um museu . Foto: Sérgio Fernandes
A casa simples onde o ex-presidente do Brasil passou a infância foi transformada em museu. Os cômodos abrigam biblioteca, objetos pessoais, fotos e os violões usados pelo político para participar das serestas.

Casa do Muxarabiê

 
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Fachada de treliça se destaca no cenário colonial. Foto: Felipe Marcelo
O casarão do século XVIII é famoso pela fachada de arquitetura árabe, com varanda de treliça trabalhada. Hoje, abriga a Biblioteca Pública.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

 
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Singela, igrejinha retrata o charme de Dimantina. Foto: Prefeitura de Diamantina
O cenário bucólico do Largo do Rosário é formado pela Cruz da Gameleira, chafarizes do século XVIII e a igreja que dá nome à praça. O templo, construído em 1728, tem fachada simples, porém, guarda altar folheado a ouro.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

 
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Erguida entre 1760 e 1784, a igreja tem uma característica curiosa - a torre fica nos fundos da construção. O interior guarda altar folheado a ouro e órgão de 549 tubos.

Capela Imperial do Amparo

 
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Cenário da Festa do Divino, que acontece no mês de maio, a capela de 1776 mescla os estilos rococó e barroco. A nave central exibe pinturas do artista Silvestre de Almeida Lopes.

Casa de Chica da Silva

 
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O bonito solário foi residência da escrava Chica da Silva entre os anos de 1763 e 1771. A casa, que hoje funciona como sede do Iphan, não traz muitos atrativos além da coleção de quadros que retratam a rainha negra.

Igreja de São Francisco de Assis

 
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O estilo predominante na Igreja de São Francisco, de 1775, é o rococó - os bonitos entalhes dos altares combinam madeira e ouro. Aproveite para subir na torre dos sinos, aberta à visitação.

Igreja do Senhor do Bonfim dos Militares

 
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A igreja financiada pelos militares foi inaugurada em 1771. Entre as atrações estão o altar com talhas de ouro e a torre dos sinos, aberta à visitação.

Mercado Municipal

 
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O antigo rancho dos tropeiros, erguido em 1835, foi restaurado em 1997 e desde então abriga o Mercado Municipal. Além da feira de alimentos e de artesanato que acontece nos finais de semana, o movimentado espaço abriga um centro cultural. 

Museu do Diamante

 
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O museu inaugurado nos anos 50 ocupa um casarão de 1749. O acervo reúne objetos dos séculos XVII a XIX, como utensílios utilizados na mineração de diamantes, oratórios, armas, louças, obras de arte e mobiliário.

Casarão do Fórum

 
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Nobre e imponente, o sobrado do século XVIII - e que hoje funciona como fórum - é o destaque da praça Juscelino Kubitschek.

Catedral Metropolitana de Santo Antônio

 
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A atual matriz de Diamantina foi construída entre 1933 e 1940, em substituição à antiga igreja de Santo Antônio do Tejuco. Os destaques ficam por conta dos altares laterais, que remetem ao estilo barroco.

Prefeitura

 
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O típico casarão colonial, com paredes brancas e janelas vermelhas, chama a atenção na  paisagem. Histórico, o prédio abrigou a Casa da Intendência no século XVIII.

Rua do Burgalhau

 
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A rua abriga as primeiras casas que deram origem ao então Arraial do Tejuco, no século XVIII.


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