Por que ir
Nenhum dos 40 quilômetros de praias de Maceió consegue desapontar o visitante. São águas transparentes, com nuances que vão do verde clarinho ao azul turquesa, piscinas naturais, areias douradas e imensas manchas verdes, formadas ora por coqueirais, ora por fazendas de cana-de-açúcar. Os litorais Norte e Sul, repletos de cenários encantadores como Tabuba e Gunga, garantem aos turistas dias de férias variadas, a pequena distância dos principais hotéis.
Longe da orla ficam as atrações culturais, espalhadas pelo Centro de Maceió. São igrejas em estilos arquitetônicos variados - do barroco ao gótico - e espaços que guardam a rica arte popular do Nordeste. Também no bairro histórico do Jaraguá, antiga zona boêmia, estão construções do século 19, além de antigos casarões e armazéns.
O pólo gastronômico da capital nasceu em Jatiúca, a primeira praia a ganhar destaque nos guias de turismo da região. Hoje, por toda a orla, se encontram restaurantes e quiosques com uma grande variedade de opções. Da culinária regional - regada a frutos do mar, das lagoas e dos rios - aos pratos com sotaque francês, passando pelos japoneses e até peruanos, há restaurantes para todos os gostos.
Não deixe de experimentar pelo menos um quitute que leve sururu, um saboroso molusco de propriedades afrodisíacas. Guarde ainda um espacinho para a tradicional tapioca, com mais de 30 sabores de recheio. Também típicos são os trabalhos das famosas rendeiras de Alagoas. Passada de mãe para filha, a arte confere cores e bordados a peças diversas encontradas no bairro do Pontal da Barra.
Nos arredores de Maceió, rusticidade é a palavra-chave, em especial na Costa dos Corais, ao Norte. As praias espetacularmente desertas e acessíveis pela estrada emoldurada por coqueirais, como Carro Quebrado e Tatuamunha, ficam em simples vilarejos. Em compensação, abrigam charmosas pousadas.
Já quase em Pernambuco, o destaque é Maragogi, com suas imensas piscinas naturais conhecidas como Galés. No sentido oposto, o destino é Penedo, uma bucólica cidade histórica às margens do Rio São Francisco. Dali é fácil partir para a foz do Velho Chico e apreciar o encontro de suas águas com o mar, rodeado por imensas dunas douradas.

Mesa farta: Delícias para todos os gostos e paladares
Foto: Divulgação Embratur
Foto: Divulgação Embratur
O grande barato da capital alagoana é que as praias urbanas são tão bonitas quanto as mais afastadas. Mas é importante ficar atento às condições para banho - em Jatiúca, uma das praias mais famosas, ocasionalmente o mar está impróprio. Mesmo assim, vale a pena passear pela orla, onde se encontra uma boa infraestrutura com barracas e cadeiras para alugar, ciclovia e um imenso calçadão. De Pajuçara, por exemplo, partem as jangadas que levam ao aquário natural mais visitado da cidade.Jangadas partem da praia de Pajuçara rumo aos aquários em alto-mar
Longe da orla ficam as atrações culturais, espalhadas pelo Centro de Maceió. São igrejas em estilos arquitetônicos variados - do barroco ao gótico - e espaços que guardam a rica arte popular do Nordeste. Também no bairro histórico do Jaraguá, antiga zona boêmia, estão construções do século 19, além de antigos casarões e armazéns.
O pólo gastronômico da capital nasceu em Jatiúca, a primeira praia a ganhar destaque nos guias de turismo da região. Hoje, por toda a orla, se encontram restaurantes e quiosques com uma grande variedade de opções. Da culinária regional - regada a frutos do mar, das lagoas e dos rios - aos pratos com sotaque francês, passando pelos japoneses e até peruanos, há restaurantes para todos os gostos.
Não deixe de experimentar pelo menos um quitute que leve sururu, um saboroso molusco de propriedades afrodisíacas. Guarde ainda um espacinho para a tradicional tapioca, com mais de 30 sabores de recheio. Também típicos são os trabalhos das famosas rendeiras de Alagoas. Passada de mãe para filha, a arte confere cores e bordados a peças diversas encontradas no bairro do Pontal da Barra.
Nos arredores de Maceió, rusticidade é a palavra-chave, em especial na Costa dos Corais, ao Norte. As praias espetacularmente desertas e acessíveis pela estrada emoldurada por coqueirais, como Carro Quebrado e Tatuamunha, ficam em simples vilarejos. Em compensação, abrigam charmosas pousadas.
Já quase em Pernambuco, o destaque é Maragogi, com suas imensas piscinas naturais conhecidas como Galés. No sentido oposto, o destino é Penedo, uma bucólica cidade histórica às margens do Rio São Francisco. Dali é fácil partir para a foz do Velho Chico e apreciar o encontro de suas águas com o mar, rodeado por imensas dunas douradas.



